Economia

Debate na Globo: Flávio Bolsonaro confronta Lula sobre endividamento; veja o vídeo

Debate na Globo entre Flávio Bolsonaro e Lula mediado por César Tralli sobre endividamento das famílias brasileiras
Flávio Bolsonaro e Lula debatem endividamento das famílias no último encontro do segundo turno na Globo, mediado por César Tralli.

O último debate do segundo turno na Globo colocou frente a frente Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (23). O encontro, mediado por César Tralli, foi transmitido simultaneamente pela TV Globo, GloboNews e pelo g1.

O momento central girou em torno de uma pergunta direta sobre o endividamento das famílias brasileiras. A réplica e a tréplica estão disponíveis no vídeo que acompanha esta matéria.

Como foi estruturado o confronto

A mediação coube a César Tralli, com regras definidas previamente pelas assessorias das campanhas. A transmissão multiplataforma buscou alcance máximo às vésperas da votação.

Participaram do embate:

  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Luiz Inácio Lula da Silva

O que está em jogo no domingo

O segundo turno da eleição presidencial de 2026 ocorre neste domingo (25). O debate desta sexta representou a última oportunidade de confronto direto entre os candidatos antes da ida às urnas.

A discussão sobre endividamento toca um nervo sensível da economia doméstica. O tema afeta diretamente o consumo, a inadimplência e a capacidade de investimento das famílias — variáveis que o setor produtivo monitora de perto.

Pontes para a decisão do eleitor

Além do trecho destacado, o debate abordou outros eixos temáticos conforme o regulamento acordado. A íntegra da transmissão permanece acessível nas plataformas da Globo para quem quiser avaliar o desempenho completo de cada candidato.

O resultado das urnas no domingo (25) definirá não apenas o ocupante do Planalto, mas a direção da política econômica nos próximos quatro anos — com impacto direto sobre juros, câmbio, inflação e marco regulatório.

O que observar daqui para frente

Com a campanha encerrada, a atenção migra para a apuração e, em seguida, para os primeiros sinais da equipe econômica do vencedor. Mercados e empresariado aguardam nomes para a Fazenda e Banco Central, além de indicações sobre prioridades legislativas nos primeiros cem dias de governo.